Cheguei aos 10cm, mas o bebê não nasce!

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Quem anseia pelo parto natural ou normal, comemora cada centímetro  dilatado desde o início do trabalho de parto – lembrando que a fase latente (até 5cm) pode levar dias e o colo do útero  apresenta outros parâmetros de evolução, como aprendemos aqui. Ao saber que a dilatação está completa (10cm), a mulher acredita que o bebê já irá nascer. Porém, conforme os minutos passam e a pressão aumenta, ela pode se questionar: “Cheguei aos 10cm, mas o bebê não nasce! O que estou fazendo de errado?”. Continue lendo “Cheguei aos 10cm, mas o bebê não nasce!”

Parto orgásmico ou o parto como prazer

Parto orgásmico ou o parto como prazer

Parto orgásmico? É possível vivenciar esse momento, culturalmente tão ligado à dor e sofrimento, como uma experiência prazerosa?Falar sobre sexualidade humana é um grande tabu. Precisamos de uma maior abertura para dialogar sem barreiras sobre o tema, com uma linguagem adequada a cada fase do nosso desenvolvimento, para que possamos vivenciá-la em sua plenitude. A …

05 coisas que você precisa saber sobre o pós-parto mas quase ninguém vai te falar

Talvez você saiba o que é pós-parto, pois é um termo bastante óbvio. Mas já ouviu falar de puerpério? Bom, é a mesma coisa. Ou quase. Puerpério é aquele período que começa quando termina o parto. É bem óbvio que isso é o período de pós-parto. Mas quanto tempo ele vai durar, o que acontece …

Existe hora certa para fazer força?

hora certa pra fazer forca

Uma mulher está em trabalho de parto, sob o atendimento de um sistema obstétrico que, na época, utilizava medicamentos fortes para alívio da dor. Ela recebe anestesia geral e fica inconsciente por horas, acordando somente a tempo de ver a cabeça do bebê coroando. Assustada, chama as enfermeiras, que jogam cartas tranquilamente em uma mesa próxima ao leito. O bebê nasce sem qualquer necessidade de a mãe “fazer força na hora certa”. Continue lendo “Existe hora certa para fazer força?”

‘Doulalista’: como uma jornalista se tornou doula

Com a boneca nos braços, a menina embala e canta uma canção de ninar. A mãe observa o cuidado da filha e diz:

– Nunca vou esquecer o dia em que você nasceu.

– Eu era bem pequena, né? Igual a minha boneca? – sussurra a pequena.

– Você cabia em uma caixa de sapatos e estava bem roxinha. Deu um susto na mamãe!

– E eu nem chorei! – afirma, com um sorriso no cantinho da boca.

– Quando a médica te tirou, você só deu um gritinho. Ela te colocou na minha barriga e você foi subindo, se arrastando bem devagarzinho, como uma ‘minhoquinha’. – lembra saudosa.

– Eca… Minhoca é feia! – murmura, fazendo careta e tentando não “acordar” a boneca.

– Mas você era linda e, quando chegou perto do meu rosto, ficou com olhos arregalados me olhando, como se dissesse “Oi, mamãe! Cheguei!”. Continue lendo “‘Doulalista’: como uma jornalista se tornou doula”