Parto normal: como escolher a sua equipe

equipe de parto humanizado

Imagine a cena: você está grávida. Começa o acompanhamento pré-natal com o seu Obstetra de confiança ou alguma boa indicação. Tudo vai bem… Até você questionar se ele também faz parto normal. Sem apelar para estatística, são grandes as chances de resistência às suas perguntas: “lá na frente a gente conversa”, é possível que ele …

Completei 40 semanas e nem sinal! O bebê pode ‘passar do tempo’?

bebes nao passam do tempo

O filme é “Missão: Impossível”. Mas ao invés de um agente especial, Tom Cruise é um obstetra diante da gravidez da paciente, que chegou à Data Prevista do Parto (DPP) sem um sinal sequer de trabalho de parto. Anestesia. Bisturi. Concentração. O bebê é retirado. Chora. Comoção. Alívio. Soa dramático e exagerado, mas é apenas para retratar algo comum no Brasil: nascer naturalmente após 40 semanas se tornou algo considerado “perigoso”, com o estigma de que “o bebê pode passar do tempo”. Continue lendo “Completei 40 semanas e nem sinal! O bebê pode ‘passar do tempo’?”

A saga de nascer no Brasil

nascer no brasil

Nascer no Brasil, para falar do cenário obstétrico atual no Brasil, é importante contar um pouco sobre a história do parto. Você já se perguntou como eram os partos antigamente? Importante fazer uma analogia sem pré-julgamento, mitos ou achismo. Não podemos negar que no princípio as mulheres pariam de forma fisiológica e sem grandes dificuldades. …

A doula pela janela da mulher

Um pouco de história Na Idade Média, as mulheres tinham muito conhecimento do corpo e da natureza (que eram vistos como conhecimentos mágicos). Algumas delas eram chamadas de aparadeiras, comadres ou mesmo parteiras-leigas por terem conhecimento baseado na experiência, na observação e no acompanhamento de outras mulheres durante a gestação, parto e pós parto. Além …

‘Doulalista’: como uma jornalista se tornou doula

Com a boneca nos braços, a menina embala e canta uma canção de ninar. A mãe observa o cuidado da filha e diz:

– Nunca vou esquecer o dia em que você nasceu.

– Eu era bem pequena, né? Igual a minha boneca? – sussurra a pequena.

– Você cabia em uma caixa de sapatos e estava bem roxinha. Deu um susto na mamãe!

– E eu nem chorei! – afirma, com um sorriso no cantinho da boca.

– Quando a médica te tirou, você só deu um gritinho. Ela te colocou na minha barriga e você foi subindo, se arrastando bem devagarzinho, como uma ‘minhoquinha’. – lembra saudosa.

– Eca… Minhoca é feia! – murmura, fazendo careta e tentando não “acordar” a boneca.

– Mas você era linda e, quando chegou perto do meu rosto, ficou com olhos arregalados me olhando, como se dissesse “Oi, mamãe! Cheguei!”. Continue lendo “‘Doulalista’: como uma jornalista se tornou doula”

Cuida da uma e da outra e da outra

Um dia eu me vi presa em um ciclo de trabalho, deveres, questões que me martelavam diariamente. Eu precisava escolher um novo caminho. Mas tinha que ser uma escolha consciente, muito bem pensada, não  apenas mais uma oportunidade, como sempre aconteceu. Então a chance de cuidar de outras mulheres veio forte em mim. Tanto que …