Meu “Diário Semanal” de gestação: O Relato de Nascimento do Bebê surpresa!

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Conforme eu comecei a relatar aqui, na semana 35 passamos por um grande susto… Vou detalhar um pouco mais para fazer assim também, meu relato de nascimento do nosso bebê surpresa!

A véspera

No dia 21/11, uma quarta feira, segui minha rotina normal do dia a dia: Levantamos, levamos as crianças pra escola, desci pra casa dos meus pais e lá fiquei até a hora de pegar as crianças e voltar pra casa. Estava um dia bem quente. Me lembro de ter entrado em contato com as meninas da equipe sobre cólicas leves que estava sentindo. Estava com 35+5 pela DUM, 36+5 pela US. Mesmo pela US, 36s suspendia meus planos de um PD (ainda devo citar aqui que, nas últimas semanas eu andava com medo absurdo de ocorrer uma laceração grande, maior do que as que eu tive nos outros partos. A ideia de partir para um parto hospitalar estava muito viva na minha mente. Eu estava querendo mudar os planos).

Na mesma semana ainda, passei com uma pessoa muito especial, doula do meu primeiro parto e psicóloga, que me ajudou a elaborar uma visualização do meu parto, a fim de ajudar a controlar o expulsivo e evitar uma laceração grave. Foi muito especial essa consulta, onde também abri meu coração a respeito de muitos outros medos acerca dessa gestação. Eu estava pronta!

Nesse dia a noite, fomos deitar por volta das 23h e, muito cansados, todos da casa adormecemos logo. E como de costume, de madrugada, por volta das 1h30, levantei pra usar o banheiro. Eu estava sonhando com alguma coisa com muita água, como se eu estivesse pisando numa poça rasa e grande, ou uma piscina, sei lá… só sei que assim que despertei, senti gotas escorrendo pela vulva. Lembro-me de sentir muito apertada para usar o banheiro e ter pensado que estava tão apertada e cansada, que estava fazendo xixi na roupa sem nem perceber. Levantei rapidamente, ainda bem sonolenta, e fui pro banheiro.

Quando terminei de usar o vaso, finalmente abri os olhos, procurando o papel. Ao mesmo tempo, olhei pra minha calcinha e achei que estivesse sonhando. Me limpei e arregalei os olhos! Olhei para o vaso para confirmar: Tinha sangue em tudo. No vaso, no papel, na calcinha, no pijama e, sentindo algo escorrendo pelas pernas, olhei pro chão. E sim, tinha mais sangue no chão.

Minha roupa tinha esse tom de vermelho, de líquido e sangue, assim que fui usar o banheiro. Isso foi em casa. Não tirei foto do restante do banheiro! Foto: arquivo pessoal

Me lembro de ter pensado, de primeira: Eita… acho que a bolsa estourou!… Mas, logo imediatamente, parece que meu cérebro acordou e me alertou: Esse sangue está muito vivo! Nenhum TP que acompanhei até hoje tinha sangue nessa cor!! TEM ALGO MUITO ERRADO AQUI!

Com esse alerta, gritei pelo meu marido, que se levantou rapidamente e também se assustou com a cena. Falei pra ele que sentia que algo não estava bem e que deveríamos ir pro hospital. Ele concordou imediatamente! Enviei foto da calcinha pras meninas da equipe e disse que sentia que algo não estava bem. Disse que iria pro hospital avaliar, apenas para certificar que, contrariando meus sentimentos, tudo estava de fato bem. Em questão de 5 minutos, vestimos uma roupa qualquer por cima do pijama, pegamos documentos necessários, chave do carro, minha bolsa (ainda coloquei uma toalha entre as pernas, pois o sangue não cessava de descer), as crianças e descemos para a garagem do prédio. Enquanto descíamos, eu telefonava para meus pais, para avisar que deixaríamos as crianças com eles e partiríamos para o hospital. Eu estava com medo, mas mantive a razão o tempo todo. Chegamos na casa dos meus pais em 5 minutos, deixamos elas na porta da sala com meu pai e partimos. Tudo isso em exatos 15 minutos!

No caminho, no atendimento, no diagnóstico: a doula x a gestante

Moramos num bairro que fica colado à uma das saídas para a Rodovia Presidente Dutra, no trecho conhecido como “retão de Jacareí”. Decidimos, por economia de tempo, pegar a Dutra e chegar mais rápido ao hospital. Saímos às 1h45 da frente da casa dos meus pais. No caminho, eu implorava a Deus que tudo tivesse bem com meu bebê!! Pedia perdão se em algum momento eu não quis essa gestação e implorava novamente para que meu bebê estivesse vivo.

De repente, meu marido pergunta: O bebê está se mexendo?

“Meu Deus do céu! Eu não reparei!!… Ai meu Deus, não sinto nada!! Desde que saímos, não sinto nada! Minha barriga está tão dura… mas não dói nada, por quê será? Bebê, por favor, aguente firme!! Estamos quase chegando… Ahh, mexeu!! Bem devagar! Será que está sofrendo? Meu Deus, o que será que vai acontecer daqui pra frente?”

Era o que eu pensava o tempo todo e verbalizava quase nada!! Apenas rezava, rezava, rezava!! Implorava a Deus por um milagre!!

Eu, como gestante, sentia medo, angústia e sentia um pânico de morrer e também de perder meu bebê e esse era um sentimento quase irracional.

Eu, como doula, sabia tecnicamente o que aquele sangramento significava (mas não queria “dizer” para não assustar meu eu gestante). O movimento, mesmo leve, dizia que havia vida, havia boas chances, mas não sabia o quanto… Essa ambiguidade me levaram à um estado de ser que não era nem eu gestante, nem eu doula… era um estado de latência e alerta que não tenho como descrever. Eu estava muito racional e tentei segurar o sentimento para não perder a linha. Finalmente chegamos ao hospital! Levamos exatamente 20 minutos entre sair da frente da casa dos meus pais e dar entrada no estacionamento, onde meu marido me deixou na porta do PS, enquanto ele ia estacionar (o caminho entre nosso bairro e o hospital, em dias e transito normais e por dentro da cidade, leva entre 30 e 40 minutos). Não tinha ninguém no PAO (pronto atendimento obstétrico); fiz a ficha e entrei direto, seguida do meu marido. Ainda com a ficha na mão, a enfermeira da triagem pediu pra entrar na salinha. Eram exatamente 2h10 da madrugada.

Ela me olhou, aferiu a PA (13/09), perguntou de quantas semanas eu estava. Eu respondia tudo num tom de voz aparentemente normal. Ela olhou minha ficha e a dúvida ficou plantada no semblante dela. Ela me perguntou: “Mas o que você está sentindo?” (eu não tinha aparência de gestante em TP ou sentindo qualquer tipo de dor). Aí respondi: “Esse é o problema, eu não estou sentindo nada, nadinha mesmo, e estou perdendo líquido e sangue, estou com uma toalha entre as pernas…”. Ela só acenou com a cabeça num Ok rápido e disse que chamaria o médico. Em menos de 2 minutos ele chegou e me chamou no consultório da triagem. Olhou a ficha, a carteira da gestante, olhou pra minha cara e também ficou sem entender nada! Fez a mesma pergunta da enfermeira da triagem: “O que você está sentindo?”

Repeti a resposta. Ainda citei que sentia a toalha que eu tinha entre as pernas estava encharcada, só não sabia se de liquido ou de sangue. Ele pediu pra eu tirar a parte de baixo da roupa para fazer avaliação. Fiz isso num mini banheiro que tem na triagem. Assim que tirei a toalha, começou a pingar sangue no chão e, entre o banheiro e a maca de avaliação, ficou um rastro de sangue respingado no chão. E eu continuava não sentindo nada.

Ele fez ausculta (152 bpm – e um alivio gigantesco ao meu coração). Avaliou o colo do útero: fechado e com sangramento interno. Perguntou se eu não sentia nenhuma contração, por mais fraca que fosse. Eu disse que não. Ele fez exame de toque e senti uma jorrada de sangue quente saindo pela vagina. O médico fechou o semblante que, antes era sério, ficou tenso. Fez um segundo toque, outra jorrada de sangue. Uma terceira vez, a mesma coisa. Ali, ainda deitada ele deu o diagnóstico:

“Olha, você está com um quadro sério de descolamento de placenta! Vamos ter que te operar agora mesmo; você e seu bebê estão correndo risco de vida!”

Meu coração gelou, mas parece que apenas confirmou o que o eu doula sentia: Era um caso grave e caso para cesariana, com indicação real.

Tirei essa foto ao descer da maca da triagem e passar pra maca do CC. No alto da foto, se vê bem escondido o sangue que escorreu de cima da maca pro chão. Havia, portanto, sangue em cima da maca, no chão e nessa escadinha na parte de baixo da foto. Essa coloração, fluidez e quantidade é típica de hemorragia e não de trabalho de parto. Foto: arquivo pessoal

Ele pediu para que eu permanecesse deitada. Pedi para chamar meu marido para explicar o que aconteceria e o próprio médico disse que faria isso. Ouvi ele fora do consultório falando com meu marido. Lhe deu vários papeis e pediu que voltasse pra recepção para mudar o tipo de atendimento (consulta para internação). Enviei mensagem para as meninas da equipe. Liguei para a Jana, que seria minha doula e só disse: “Jana, descolamento de placenta. Vou pra cesárea!”. Enquanto isso, o médico ligou para o CC; chegou uma maca em menos de 3 minutos. A enfermeira da maca me trocou deitada mesmo. Eu vi que minha roupa estava cheia de sangue quando ela a retirou. Passei pra maca e fui levada rapidamente para o CC. Eram exatamente 2h30 da madrugada, quando o médico me encaminhou para a cesárea.

Cesariana de emergência: Quando o risco de morte é menor com a cirurgia

Em vista de um parto normal de risco habitual, a cesariana eleva as chances de morbimortalidade materna em 3,5x a mais. Porém, quando acontece alguma morbidade séria na gestação ou durante o trabalho de parto onde o risco de morte, no aguardo do parto normal, é praticamente 100%, a cesariana é a solução onde se tem o risco diminuído de morte eminente. Foi o que aconteceu no meu caso.

O descolamento prematuro de placenta é a emergência obstétrica mais grave que existe, pois coloca em risco o binômio ao mesmo tempo – a mãe pela hemorragia e o bebê pelo corte no aporte de oxigênio e nutrientes.  No meu caso, o descolamento estava parcial, o que provavelmente manteve meu bebê vivo, pois ainda tinha parte da placenta fornecendo oxigênio, por menor quantidade que fosse. Ainda não tinha qualquer sinal de trabalho de parto e muito menos de parto eminente (período expulsivo nos próximos 20 minutos). Nesse caso, a ação deveria ser muito rápida, para que não houvesse possibilidade dessa placenta terminar de descolar.

Essas portas são as PPP do centro de parto da maternidade referência na região. Aqui também fica a porta de entrada / saída para o Centro Cirúrgico, onde eu estava. Nesse momento, meu marido e minha amiga Juliana aguardavam notícias nossas. Foto: Prosa e Fotografia

Em menos de um minuto chegamos no CC (é relativamente próximo da triagem). Quando entrei, mesmo deitada percebi uma movimentação grande de bastante gente, mais ou menos 15 pessoas talvez. Todos estavam agindo muito rápido; as ações eram rápidas e objetivas. Me passaram para a maca do CC. Estava muito frio. Todos agiam muito rápido e mesmo assim, eram gentís comigo. Pediram pra que eu me curvasse pra frente. Chegou a hora da anestesia. Eu tinha muito medo se um dia precisasse dela, pois já sofro com enxaqueca. O anestesista, ao contrário de toda equipe, foi grosso, estúpido e muito sem educação. Me empurrava pra frente e gritava “Porque você não dobra esse corpo pra frente? Anda logo, você tem que dobrar, senão não tem jeito de anestesiar!” (como se fosse fácil dobrar o corpo com um barrigão no meio). Assim que ele aplicou a anestesia, senti uma quentura descendo pelo quadril e pernas em poucos segundos e imediatamente, me deitaram, pegaram acesso de veia para vários sacos de soro, colocaram um aparelho de aferir PA, sensores nos dedos e alguns eletrodos pelo tórax. Perguntei pelo meu marido e o médico me disse que, em caso de risco de vida, não podem deixar entrar acompanhante. Fiquei triste e com medo. Estava entregue, sem nada poder fazer pra mudar aquele quadro. Apenas concordei. Vi enfermeiras colocando campos e mais campos em cima de mim – tudo muito rápido e ao mesmo tempo, subindo um campo para cobrir minha visão e comecei a sentir me movimentarem muito forte. Enquanto uma enfermeira ainda amarrava o campo que cobria a visão, ouvi um som alto e muito forte, de um grito misturado com choro de bebê, somado à exclamação de duas pessoas ao meu lado, uma de cada lado, um homem e uma mulher, dizendo: “NASCEU, NASCEU” – MEU BEBÊ SURPRESA ACABARA DE NASCER!! TINHA VIDA, ESTAVA VIVO(A) MEU BEBÊ SURPRESA!!!

Bebê surpresa recebendo suporte de oxigênio já na incubadora e seguindo em direção à UTI Neo Natal para cuidados intensivos. Foto: Prosa e Fotografia

Nesse momento me lembro de ter exclamado “Glória a Deus” e mentalmente, agradecendo a Deus por permitir que meu bebê estivesse com vida!!

Ouvi alguém perguntando a hora e o médico respondeu: “2h54”

Me lembro também de nessa hora, bem grogue já, perguntar para o homem que estava do meu lado: “É menino ou menina?”. Ele parecia ter se espantado com a pergunta e disse que não tinha visto. Olhou para o lado onde estavam mexendo com o bebê e disse: “É MULHER! É UMA MENINA!”

Eu fiquei bem surpresa e imensamente feliz ao mesmo tempo, pois seria mais uma menina para brincar com as minhas filhas, para fazer parte desse universo de mulheres fortes da minha família, para ser mais uma a compartilhar do nosso amor em casa!! E agradeci a Deus, mais uma vez, pela vida dela!! Ali, já a consagrei à Nossa Senhora e pedi proteção para nós duas!!

A mulher que estava do meu lado perguntou: “Qual é o nome dela?”. E eu respondi: “Lúcia”. Assim que eu disse isso, uma outra mulher passou do meu lado com ela no colo e a colocou bem perto do meu rosto. Senti seu corpo quentinho encostada no meu rosto. Lhe dei um beijo e disse apenas: “Oi Lúcia!” e já a levaram rapidamente pra longe de mim!

Ao sair pelo centro de parto, meu marido pôde ver Lúcia pelo menos um pouquinho, antes de ir pra UTI Neo. As enfermeiras perguntaram pelo nome dela e ele ainda não sabia o sexo do bebê! Ficou sabendo nessa hora e confirmou o nome para as enfermeiras! Foto: Prosa e Fotografia
A equipe da UTI Neo trabalhou com muito amor, carinho e dedicação para cuidar da minha pequena Lúcia!! Foto: Prosa e Fotografia

Flashes, sensações e nova escala de dor

A partir daqui, tenho apenas vários flashes na minha cabeça. Algumas amigas doulas me disseram que podem ter me dopado com algum tranquilizante para me “acalmar” (não me lembro se demonstrei nervosismo em algum momento pra eles fazerem isso…). Me lembro de ter pedido pra guardar a placenta, para fazer as cápsulas. Alguém me respondeu alguma coisa e só entendi que depois falavam comigo. Me lembro de escutar o som daquele instrumento que usam para fazer sutura (click, click), muitas e muitas vezes, parecia uma melodia triste, cansada e interminável. Alguém me perguntou meu peso e eu sequer sabia responder. O médico falou algo e uma mulher respondeu outra coisa. Ela falou “Quanto descolou?” e ele respondeu: “40%”. Eu escutei uma mulher ao meu lado, me falando da Lúcia:

“Moça, a sua neném está bem, mas como ela nasceu cansadinha, foi encaminhada para a UTI e vai ficar lá por enquanto, tudo bem?”

Pensei comigo: “Tudo bem não está né, queria ela aqui comigo!! Mas o que posso fazer? Pelo menos ela está fora de perigo!”. E lembro que só consegui falar: “Tá bom! Obrigada”.

Lúcia seguindo para a UTI Neo. Foto: Prosa e Fotografia

Eu não sei quanto tempo isso durou. Depois de algum tempo, o médico veio do meu lado com uma cuba na mão e nela, minha placenta. Eu tenho 7 graus de miopia, mas não sei pq eu conseguia ver a placenta quase que perfeitamente. Parecia pequena e muito escura. Ele me falou que infelizmente não poderia deixar comigo pois teria que ser enviada pra biopsia, devido ao tanto que descolou. Teriam que analisar o porque desse descolamento todo. Fiquei triste, mas concordei. Aí percebi que estavam recolhendo os campos e aquele frio terrível voltou. Falei pras enfermeiras que estavam perto de mim e me disseram que já iriam me cobrir. Percebi que mais da metade das pessoas envolvidas na cirurgia já tinham saído de lá. Me vestiram com uma camisola hospitalar limpa e me colocaram numa maca para ir pro quarto. Depois de alguns minutos, eu estava a caminho do quarto. E lá encontrei meu marido e minha amiga Juliana, que seria a fotógrafa. Me falaram a hora: Já eram mais de 4h da manhã.

Conversamos um pouco, falamos sobre o susto. Ela me mostrou algumas fotos que tiraram quando passaram por eles com a Lúcia na incubadora, à caminho da UTI. Combinei com meu marido sobre a rotina do dia com as crianças e horário pra me trazer roupas e coisas pra usar no hospital. Eles saíram, avisei algumas pessoas sobre o ocorrido e finalmente, adormeci. Quando acordei, estava começando a amanhecer. Olhei no relógio, era mais ou menos 6h30. Minha cabeça não saía do pensamento sobre minha bebê Lúcia.

Às 9h30 me levantaram e pude tomar café! Até esse momento, apesar da dor forte, estava suportável. Eu já conseguir movimentar minhas pernas. Me levaram pra tomar banho. Meu Deus!! QUE DOR!! Eu não entendia como podia algumas mulheres dizer que a recuperação não doía!! DÓI SIM, DÓI MUITO!! (mas, eu ainda ia sentir muito mais dor, assim que passasse todo o efeito da anestesia).

Após o almoço eu pude ir na UTI (contarei um pouco mais no próximo post do diário). Lúcia estava bem, mas seguiria internada lá, sem previsão de alta!

Isso tudo foi no dia 22/11. Tive alta no dia 24/11. Lúcia permaneceria na UTI por mais alguns dias. Deixarei mais detalhes para o próximo post.

Até mais ver!

Referências

https://www.minhavida.com.br/saude/temas/descolamento-prematuro-da-placenta

http://www.ebserh.gov.br/documents/214336/1109086/PRO.OBS.006+-+REV1+DESCOLAMENTO+PREMATURO+DE+PLACENTA.pdf/470f0aa4-db07-493b-82c3-f22d26356608

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-42302006000300008

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